EMPRÉSTIMO OU CONSÓRCIO? Qual a Melhor Forma de Comprar seu Imóvel?

Bens materiais não são tudo na vida de uma pessoa, porém comprar uma casa é essencial para quem quer fugir
do aluguel e para quem tem esse sonho todas as informações a respeito do tema são imprescindíveis.

O sonho da casa própria é o sonho de milhares de brasileiros, concorda? Entretanto, infelizmente muitas pessoas
não conseguem realizar este sonho e ficam frustradas durante toda a vida. Mas saiba que conseguir a casa
própria, com um bom planejamento financeiro, pode se tornar a realidade de qualquer cidadão brasileiro.

Para que isto aconteça, é importante ter a convicção de que todo o esforço empregado no objetivo de comprar o
seu imóvel pode ser em vão se você não tiver um planejamento adequado e uma atitude responsável e alinhada
com a aquisição da sua casa da maneira mais segura e equilibrada.

consorcio ou emprestimo

Existem diversas maneiras de conseguir dinheiro para comprar a casa própria, entre elas o empréstimo junto a
familiares, o empréstimo em instituições financeiras, linhas de financiamentos habitacionais e o consórcio.

Muitas pessoas não possuem uma situação financeira confortável para pedir um empréstimo ou não conseguem um financiamento junto ao banco e cogitam a hipótese de pedir empréstimos em bancos para dar de entrada na compra do imóvel.

Entretanto, será que é mais vantajoso pegar um empréstimo deste tipo em vez de iniciar um consórcio?

Você saberia nos responder a diferença entre empréstimo em bancos e consórcio para a compra de imóveis? Pois bem, vamos tentar quebrar alguns mitos sobre o assunto e dar dicas para você atingir seu tão sonhado objetivo de comprar uma casa.

Diferenças entre consórcio e empréstimo para compra de imóvel

Uma das principais diferenças entre o empréstimo e o consórcio na compra da casa própria é relacionado ao tempo de contrato, uma vez que nos consórcios o tempo pode ser até 3 vezes maior do que os prazos mais longos de empréstimos.

Adicionalmente, as taxas de juros cobradas nos consórcios geralmente são muito menores do que as taxas
cobradas em empréstimos

Desta forma, fazendo um consórcio você terá um tempo maior para quitar a sua dívida e também pagará uma parcela menor. Estas características fazem como que ao final do contrato a diferença do valor do imóvel seja absurdamente diferente quando comparamos a compra feita através de empréstimo ou consórcio.

Porém, a desvantagem do consórcio é que você precisa esperar ser sorteado ou o final do contrato para receber o prêmio (neste caso, a sua casa). Já no empréstimo, você consegue o dinheiro no mesmo dia e pode antecipar o seu sonho.

O fato de o consórcio entregar o bem só no fim do contrato faz com que algumas pessoas prefiram pagar até 3 vezes mais caro por um empréstimo. Contudo, quando o mercado imobiliário está aquecido este valor mais caro pago pelo empréstimo pode ser minimizado pela valorização do imóvel em caso de venda posterior.

Se você não tiver casa própria, em algumas situações, a melhor escolha pode realmente ser o empréstimo para se
livrar do pagamento mensal do aluguel, trocando assim pelas parcelas do empréstimo. Isto pode ser vantajoso se
se o valor da parcela do crédito for menor do que o valor pago no aluguel.

Caso você opte pela contratação de um empréstimo, é interessante saber que atualmente várias empresas
oferecem crédito pessoal pela internet (veja a lista aqui) com juros mais baixos do que nos bancos. Portanto,
antes de correr para os tradicionais bancos, procure uma cotação nas seguintes instituições de empréstimo online:
Lendico, Just, Geru, Simplic e MoneyMan.

Esperamos que este artigo tenha sido útil para te ajudar a entender um pouco mais sobre as diferenças entre comprar um imóvel através de um empréstimo pessoal ou através de um consórcio. Se quiser relatar alguma experiência relacionada a este assunto ou disponibilizar novas dicas para nossos leitores, te convidamos a deixar um comentário aqui embaixo. Teremos imenso prazer em receber sua mensagem!

Como funciona o leilão de peixes em Tóquio

É uma surpresa quando você trabalha com peixes e culinária de frutos do mar, e descobre que em um determinado lugar do mundo isso é tido como joia rara. Sim, é isso mesmo! Aqui você
vai entender como funciona o leilão de peixes em Tóquio. Na capital do Japão, Tóquio, alguns tipos de peixe são como joias raras em leilões.

Nesses leilões, o arremate de um atum gigante e singular pode bater simplesmente a cifra de $ 40.000,00 libras esterlinas. Para amantes do mundo da culinária ou até mesmo para os apreciadores de um bom sushi isso é algo fantástico de se pensar, e é interessante saber por que alguns peixes com paladar ultra especial podem lhe custar o olho da cara.

mercado peixes japao

Maior mercado atacadista de peixes

E não é de hoje que o Mercado Atacadista Central Metropolitano de Tóquio, o Mercado de Tsukji, em japonês, Tsukiji shijō, é maior mercado atacadista de peixes e frutos do mar do mundo. O que não é tão extraordinário, se pararmos para pensar que o Japão é o maior
consumidor desse tipo de alimento no mundo,e detêm uma tradição secular no que diz respeito ao preparo e consumo de peixes e criação de receitas diversas de comidas que levam
esse tipo de alimento.

Antes mesmo de o mercado ser aberto, em 1935, já havia a tradição milenar, vinda do período Edo da história japonesa, de fornecimento especializado de peixes e frutos do mar. Desde o século XVII, ou seja, desde pelo menos 1640 os nippons já são mais do que acostumados a lidar com esse tipo de negócio, e é impressionante o quanto lucram com ele.

O primeiro mercado de peixes

Naquela época, Tokugawa Ieyasu, o fundador do primeiro xogunato, criou o primeiro mercado de peixes, organizado com o objetivo de fornecer peixes e especiarias do mar para o castelo de Edo, antigo nome da capital japonesa até 1870.

Tokugawa reuniu diversos pescadores das redondezas para organizar a venda que ele precisava, e o restante dos peixes e frutos do mar que não eram consumidos pela nobreza, eram revendidos perto da ponte Nihonbashi.

Depois de um tempo o mercado que se criou nos arredores da ponte Nihonbashi acabou influenciando a criação da capital do centro comercial de Tóquio, devido, principalmente, a grande quantidade de tipos e variedades de alimentos que ali eram comercializados. O que por sinal, hoje é um dos grandes negócios financeiros do Japão, podendo arrecadar quantias bilionárias em uma só tacada.

Um bom exemplo, foi o que aconteceu agora no início de 2018, quando no primeiro leilão do ano, Kiyoshi Kimura, dono de uma grande rede de restaurantes de sushi arrematou um atum de 222 kg pela bagatela de U$ 1.8 milhões. Impressionado? Eu também, mas é mais comum do que se imagina. Realmente é muito interessante como funciona o leilão de peixes em Tóquio.

O mercado funciona quase todos os dias da semana, somente nos feriados, domingos e em algumas quarta feiras do mês que ele não funciona normalmente. O dia útil começa logo cedo no Mercado de Tsukiji, lá pelas 3h da madrugada os produtos
começam a chegar, e não são somente produtos extraídos do mar do Japão, que detêm um alto grau de concentração de oxigênio dissolvido, aumentando significativamente a produção biológica desse mar, são produtos que chegam de navio, de caminhão e avião de diversos mares ao redor do mundo.

Atum que vale muito

A prata da casa é sem sombra de dúvidas o atum, o peixe possivelmente mais utilizado na culinária especializada japonesa. Geralmente em tamanhos significativamente grandes, tanto
os atuns, quanto os peixes-espada são os peixes que requerem maior atenção e cuidado.

Prioritariamente, o mercado funciona a todo vapor na parte da manhã, as tardes já ficam mais voltadas para o início de funcionamento dos restaurantes e lanchonetes que são
partes do mercado abertas ao público em geral, fator que por sinal é até bem interessante, a parte dos leilões, espaços de apresentação de mercadorias, e compra e vendas não são abertas
ao público em geral, elas são restritas a compradores licenciados em momentos específicos, e atacadistas em geral, contadores e leiloeiros das empresas que fazem venda e distribuição de
produtos.

O negócio é enorme e movimenta o mercado de trabalho japonês em nível alto já que o sushi é muito consumido no país. São pelo menos 50 mil pessoas para fazer o negócio funcionar
adequadamente.

A parte principal após a chegada do peixe, é o levantamento dos preços através das empresas de leilão (oroshi gyōsha) há pessoas especializadas nos produtos para analisar quanto vai custar cada peça, e se vale a pena ser vendida separadamente ou leiloada. Tal qual um leilão padrão, os compradores interessados já cadastrados pelos leilões chegam e iniciam a inspeção dos produtos para ver quanto eles querem pagar, a partir do que eles acham que vale o peixe que está sendo exposto.

Organização típica dos orientais

Tudo é muito bem organizado e estruturado, o local mais especializado que você vai encontrar, tanto quanto ao produto em si, quanto ao serviço oferecido. São pelo menos 700 toneladas de frutos do mar de toda espécie sendo vistas, analisadas, avaliadas e compradas nos mercados de leilão de peixes no Japão, sendo o Mercado de Tsukiji o maior deles, e consequentemente o que manipula um número bem maior de produtos que os outros dois.
Os leilões comumente se iniciam de madrugada, às 5:00.

Agora, se você acha que somente um Kimura da vida pode ir lá e dar um lance legal em um atum gigante de quase 3 milhões, você está bem enganado. Empresas grandes, especializadas em processamento de alimentos, também participam dos lances e são até bastante esperadas. Por exemplo no Japão é muito comum “salgadinhos” ou snacks, com sabor de algas, lula,
polvo, camarão e muito mais.

As empresas que produzem esse tipo de alimentos processados também entram na jogada e de fato são empresas que precisam de bastante frutos do mar. Os leilões geralmente terminam ás 8 horas da manhã, o mercado finaliza as atividades diárias
geralmente as 13:00 da tarde, para limpeza e organização para o dia seguinte. Para quem quer conhecer o mercado ainda há uma saída, aos turistas é permitido a entrada, com contagem de
pessoas limitadas após as 9:00 da manhã.

Itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto

Itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto são buscados por consumidores que desejam proteger seus bens e procuram nesses artigos uma forma de segurança extra.

Os itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto é uma maneira de aliar conforto e segurança no deslocamento diário nos trajetos realizados pelo motociclista.

segurança da moto

O motociclista que se preocupa com sua segurança entende a importância de adquirir os artigos que podem proporcionar mais confiança na direção da moto.

É notório que o número de acidentes fatais diminuíram em algumas cidades, mas fazer uso de artigos que possibilitam o aumento da segurança ainda é indispensável!

Os itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto devem fazer parte da lista de prioridades do motorista consciente.

Itens de segurança para moto

  • Capacete. O capacete é um dos artigos mais lembrados e conhecidos do motorista. O uso deste artigo pode evitar graves transtornos para o motorista e, muitas vezes, evitar o óbito. O uso do capacete é item obrigatório pela legislação e funciona como cuidado básico para quem anda de moto. Na hora de adquirir um modelo é preciso estar atento aos pontos relacionados à segurança e qualidade do artigo, inclusive o selo de certificação do IMETRO. Entre os diferentes modelos disponíveis no mercado, os mais aconselháveis são os totalmente fechados ou articulados, pois proporcionam segurança e proteção para a nuca, topo da cabeça, além de toda a parte do rosto.
  • Jaqueta e roupas adequadas. Roupas apropriadas é um item relevante que deve fazer parte do dia do motociclista. Trajado com roupas adequadas, o motociclista terá proteção contra quedas e variações de tempo. Dê atenção aos modelos mais resistentes como os feitos de couro. Os itens indispensáveis para aumentar a segurança na moto estão presentes em lojas especializadas espalhadas pelo país. As peças mais recomendadas são as jaquetas que têm proteção básica nos ombros, nas costas e cotovelos. O material apresenta também proteções destacáveis para a parte dos quadris e joelhos. Esses itens devem priorizar o conforto contando com resistência, leveza e sistema que permitam a ventilação do corpo do motociclista.
  • Artigos de proteção para mãos e pés. É bem comum encontrar motociclistas dirigindo motos de chinelos ou até descalços! Os pés exigem atenção redobrada já que são uma das partes mais vulneráveis quando atingidas em acidentes. É importante o uso de um calçado apropriado para a condução da moto como, sapatos de cano longo e sem cadarços, para evitar o risco de enroscarem na corrente da moto. Os itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto são ferramentas capazes de proporcionar um cotidiano mais tranquilo ao condutor.
  • Antena corta pipa. Este artigo, que se tornou obrigatório, auxilia com bastante eficácia a segurança do motociclista. Pode se apresentar com uma antena ou duas, contando com uma espécie de gancho na ponta que tem a finalidade de segurar a linha da pipa, protegendo assim o condutor do risco do corte por cerol ou linha chilena. Por ser uma determinação legal, o item já foi assimilado por boa parte dos motociclistas. Os itens indispensáveis para aumentar a segurança da moto devem ser usados diariamente!
  • Protetor de pernas. O artigo serve para a proteção do motociclista no momento de uma queda. A peça pode evitar que a perna do condutor fique presa abaixo do tanque de combustível.
  • Faixas refletivas. Além do uso de capacete e jaqueta, quem circula com motocicletas deve fazer uso das faixas refletivas que ficarão localizadas na cabeça, coletes e baús, permitindo maior visibilidade nas ruas e rodovias.
  • Protetor visual. A proteção dos olhos é um fator muito importante para a condução da moto. Os olhos devem estar protegidos a todo momento, pois a perda da visibilidade pode desencadear situações de risco próprio e para terceiros. É preciso que o condutor use óculos com proteção para o sol, o vento e a poeira. A escolha de um capacete que possua cobertura total do casco, com visor anti-risco que não embace é ideal.
  • Seguro da Moto: Não podemos esquecer também do seguro auto, outro item indispensável que permite ao motociclista desfrutar de uma rotina mais tranquila em seus trajetos, mesmo que ocorram situações indesejadas, como: acidentes, batidas, entre outros imprevistos. O trânsito, por si só, já oferece perigos inerentes. Por isso, cuidar da segurança nunca é demais!

Confira as dicas básicas aqui no portal do Fique de Olho no Japs, deve ser prioridade para o motociclista que deseja dirigir de maneira apropriada.